{"provider_url": "https://www.castro.pr.leg.br", "title": "Ano de 2017", "html": "<table class=\"plain\">\r\n<tbody>\r\n<tr><th><img src=\"https://www.castro.pr.leg.br/imagens/caju.jpg/@@images/a0f587b2-9df8-4999-961d-8ae3686d7f80.jpeg\" alt=\"\" class=\"image-inline\" title=\"\" /></th><th style=\"text-align: center; \">\r\n<p>Alfredo de Jesus Pinheiro</p>\r\n<p style=\"text-align: justify; \">Alfredo de Jesus Pinheiro, o Compadre Caju, nasceu no ano de 1936, no munic\u00edpio vizinho de Jaguaria\u00edva, na localidade de Sert\u00e3o de Cima. Um dos dezessete filhos do casal C\u00e2ndido Pinheiro e Durvalina Souza Pinheiro. Ainda pequeno, quando chegou a Castro frequentou a escola prim\u00e1ria dirigida pelos professores Joana e Gerson Torres Pereira. Empregou-se, pela primeira vez, com doze ou treze anos, com um fazendeiro local, Ven\u00e2ncio Lopes, tendo como tarefa di\u00e1ria a distribui\u00e7\u00e3o pela cidade, a cavalo, de garrafas contendo leite rec\u00e9m- ordenhado. Ao mesmo tempo recolhia os litros vazios para reposi\u00e7\u00e3o no dia seguinte. Aos fins de semana, Alfredo jogava futebol como goleiro de um time de v\u00e1rzea chamado Lagoa Seca. Numa de suas andan\u00e7as a distribuir leite, foi convidado pelo t\u00e9cnico de um outro time amador, Luis Kaled, a compor a nova equipe, sempre como goleiro. Sua agilidade juvenil e presteza em saltar para agarrar a bola, logo levaram \u00e0 compara\u00e7\u00e3o com o goleiro de um dos times da capital, conhecido do treinador, cujo apelido era Caju. Da\u00ed, Alfredo virou Caju, apelido de futebol que depois migraria para o r\u00e1dio. A primeira composi\u00e7\u00e3o de s\u00f3cios da R\u00e1dio Castro inclu\u00eda treze cidad\u00e3os castrenses, comerciantes, fazendeiros e pol\u00edticos, entre os quais os dois propriet\u00e1rios do Cine Maraj\u00e1. Nenhum deles com qualquer experi\u00eancia em locu\u00e7\u00e3o radiof\u00f4nica. Espa\u00e7o aberto, ent\u00e3o, para o acolhimento de talentos locais por florescer, os quais, numa esp\u00e9cie de auto-didatismo como ouvintes de r\u00e1dio, lan\u00e7aram-se ao novo campo profissional, ao mesmo tempo em que captavam sua audi\u00eancia espec\u00edfica. O primeiro contrato social, firmado em 04 de novembro de 1949, traz o nome de um certo Dibaldo Samuel Esquinazi como diretor-gerente. Coube talvez a este profissional o papel de arregimentar entre os habitantes locais, pessoas com pendor para a locu\u00e7\u00e3o dos programas da nova r\u00e1dio. Tr\u00eas profissionais surgiram nos primeiros anos, estendendo por d\u00e9cadas sua atua\u00e7\u00e3o junto \u00e0 R\u00e1dio Castro: Douglas Pereira, cuja \u00eanfase foram os programas de calouros e o notici\u00e1rio esportivo; Dejame Tolentino Barbosa, o Coron\u00e9 Barbosa, que privilegiava a musicalidade gauchesca; e o Compadre Caju, que se fixou na vertente da m\u00fasica sertaneja. Segundo o pr\u00f3prio Caju, seu gosto pelo sertanejo e pela atividade radiof\u00f4nica adv\u00e9m de ser ouvinte da R\u00e1dio Nacional, em especial dos programas do locutor Edgard de Souza, locutor do g\u00eanero sertanejo, conhecido como \u201cO animador das mil palavras\u201d, com quem identificamos alguma similaridade de estilo e elocu\u00e7\u00e3o. Ao iniciar na R\u00e1dio Castro, o jovem Caju trabalhou inicialmente no per\u00edodo noturno, a partir de outubro de 1952, como t\u00e9cnico de som. No ano seguinte, assumia a ger\u00eancia da R\u00e1dio o Coron\u00e9 Barbosa, o qual autorizou ao novo colaborador a substitu\u00ed-lo nos hor\u00e1rios de locu\u00e7\u00e3o de s\u00e1bados e domingos. Paralelamente, Caju trabalhava em uma marcenaria, atividade profissional que manteve ao longo de toda a sua vida, at\u00e9 aposentar-se. No in\u00edcio dos anos 50, estreou seu pr\u00f3prio programa, que batizou de Alma Sertaneja, com in\u00edcio \u00e0s 18h30. Comercializou e transmitiu o an\u00fancio de seu primeiro patrocinador, uma oficina de concertos de r\u00e1dios, com a seguinte elabora\u00e7\u00e3o que ainda recorda: \u201cR\u00e1dio-Oficina Rodolfo Assm\u00e9. Voc\u00ea leva seu r\u00e1dio l\u00e1, Ele aperta, afrouxa, tira v\u00e1lvula, coloca v\u00e1lvula, E seu r\u00e1dio sai falando bonito\u201d. Segundo Caju, a m\u00fasica sertaneja, diferentemente de outros ritmos populares, caracteriza-se pela instrumenta\u00e7\u00e3o que inclui violas, viol\u00f5es e sanfonas, em duplas ou trios, e sempre, nas letras, conta uma hist\u00f3ria ligada \u00e0 terra, \u00e0s pessoas que habitam o rural, \u00e0 cria\u00e7\u00e3o de animais. \u201c\u00c9 verde e amarela, tem cheiro de terra brasileira\u201d, ensina o Compadre. Com a finaliza\u00e7\u00e3o de suas atividades como marceneiro, Caju pode estender seu hor\u00e1rio de locu\u00e7\u00e3o, tornando-se o principal pilar da programa\u00e7\u00e3o da R\u00e1dio Castro. A partir dos anos 70, todas as manh\u00e3s, apresentou O Rancho do Caju, das 06 horas \u00e0s 09h30. Ap\u00f3s o almo\u00e7o, retornava das 16h \u00e0s 18h com outra formata\u00e7\u00e3o, batizada de Assim \u00e9 o Sert\u00e3o.</p>\r\n</th></tr>\r\n<tr>\r\n<td><img src=\"https://www.castro.pr.leg.br/imagens/srgiovila.jpg/@@images/e92ab39c-9905-467c-8614-264580a58107.jpeg\" alt=\"\" class=\"image-inline\" title=\"\" /></td>\r\n<td style=\"text-align: center; \"><strong><span class=\"style1\" style=\"text-align: start; \">S\u00e9rgio \u00c1vila</span></strong><br style=\"text-align: start; \" /><br style=\"text-align: start; \" /><strong><span class=\"style3\" style=\"text-align: start; \"><span class=\"style3\" style=\"text-align: start; \"></span></span></strong>\r\n<p style=\"text-align: justify; \"><strong>S\u00e9rgio \u00c1vila nasceu em Curitiba, no dia 22 de dezembro de 1971, filho de Emides \u00c1vila e Haline Vera \u00c1vila, entretanto \u00e9 castrense de cora\u00e7\u00e3o onde reside e trabalha. Cirurgi\u00e3o Dentista especialista em Implantodontia e Cirurgia e Traumatologia Buco-maxilo-facial. S\u00e9rgio procura conciliar a rotina de dentista com as atividades de quem luta Jiu-jitsu e com muita disciplina e dedica\u00e7\u00e3o vem conquistando espa\u00e7o entre atletas de alto n\u00edvel. Em 2010, S\u00e9rgio participou pela primeira vez de um campeonato de express\u00e3o nacional, o Campeonato Sul Americano de Jiu-jitsu, organizado pela CBJJ (Confedera\u00e7\u00e3o Brasileira de Jiu-Jitsu). Desde ent\u00e3o t\u00eam sido in\u00fameras as conquistas nos Campeonatos de Jiu-Jitsu, Campeonato Internacional de M\u00e1ster e S\u00eanior 2011 - medalha de Prata, Brasileiro Sem Kimono 2012 - bronze, Sul-Americano 2012 - ouro, Brasileiro 2012 - prata, Brasileiro 2013 - bronze, e assim segue alcan\u00e7ando \u00eaxito em Campeonatos Paranaenses, Nacionais e Internacionais. Como ocorreu em 26 de agosto, em Las Vegas, Estados Unidos, no Mundial Master de Jiu-Jitsu, organizado pela IBJJF (International Brazilian Jiu-Jitsu Federation) e no dia 30 de setembro no Brasileiro Sem Kimono 2017, Rio de Janeiro, em que protagonizou mais uma grande conquista, consagrando-se Campe\u00e3o.</strong></p>\r\n</td>\r\n</tr>\r\n</tbody>\r\n</table>", "author_name": "bruno", "version": "1.0", "author_url": "https://www.castro.pr.leg.br/author/bruno", "provider_name": "C\u00e2mara Municipal", "type": "rich"}