{"provider_url": "https://www.castro.pr.leg.br", "title": "Ano de 1968", "html": "<table class=\"plain\" style=\"width: 752px; height: 71px;\">\r\n<tbody>\r\n<tr><th><img src=\"https://www.castro.pr.leg.br/imagens/1968.jpg\" alt=\"\" class=\"image-inline\" title=\"\" /></th><th><span class=\"style1\" style=\"text-align: start; \">Luiz Latorre</span><br style=\"text-align: start; \" /><br style=\"text-align: start; \" /><span class=\"style3\" style=\"text-align: start; \"><span class=\"style3\" style=\"text-align: start; \"></span></span>\r\n<p align=\"justify\"><span>Lu\u00eds Latorre nasceu na cidade de Itatiba, Estado de S\u00e3o Paulo, em 24 de julho de 1912, sendo filho de Antonio Latorre e de Am\u00e9lia Perrone Latorre. Come\u00e7ou a trabalhar, ainda menino, na ind\u00fastria de f\u00f3sforos Santa Rosa como \"office-boy\". Em 1928, a Companhia Brasileira de F\u00f3sforos adquiriu todas as f\u00e1bricas de f\u00f3sforos existentes no Brasil, inclusive a \"Santa Rosa\" onde Luis era um dos respos\u00e1veis pelo servi\u00e7o de contabilidade. Os novos administradores da Santa Rosa indicaram Latorre para gerenciar, primeiramente em car\u00e1ter provis\u00f3rio, da F\u00e1brica de F\u00f3sforos Radium de Limeira-SP. Tr\u00eas meses ap\u00f3s ele era efetivado no cargo devido a sua capacidade t\u00e9cnica, qualidades de chefe e organizador de trabalho. Em setembro de 1935 abriu sua pr\u00f3pria F\u00e1brica de F\u00f3sforos, num modesto barra\u00e7\u00e3o, na cidade de Jundia\u00ed-SP.\u00a0No ano de 1937 a firma individual Luis Latore dono da marca \"Guarany\" foi transformada em Andrade e Latorre Ltda. iniciando-se a produ\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m da marca \"Argos\". Em 1942 casou-se com Dinorah Pessini Latorre, com quem teve tr\u00eas filhos: Lucilena, Marialice, e Luiz Antonio. Como a principal mat\u00e9ria prima para a fabrica\u00e7\u00e3o de f\u00f3sforos era o \"Pinheiro do Paran\u00e1\", Luis Latorre iniciou em 1946 o reflorestamento desta esp\u00e9cie na fazenda \"S\u00e3o Jos\u00e9 Velho\" em Castro. Ficou conhecido como \"Paulista Louco\" por reflorestar Arauc\u00e1ria na \"Terra das Arauc\u00e1rias\". De 1952 a 1956 foi prefeito de Jundia\u00ed mas, depois disso, afastou-se da pol\u00edtica e preferiu continuar apenas como industrial devotado. Em setembro de 1963 abriu empresa de reflorestamento, que em 1964 passou a ser chamada de Companhia Florestal Guapiara, tendo atualmente o nome de \"Agropecu\u00e1ria Guapiara Ltda.\"\u00a0com sede na cidade de Castro, possuindo doze filiais no Estado do Paran\u00e1. Sentindo a necessidade de levar parte da produ\u00e7\u00e3o de f\u00f3sforos para perto da principal mat\u00e9ria prima, a madeira, construiu, em 1979, sob sua orienta\u00e7\u00e3o uma Laminadora no bairro Santa Rita, em Castro. Na surdina, praticava a\u00e7\u00f5es de caridade, beneficiou in\u00fameros colaboradores de suas empresas e financiou os estudos de muitos jovens. Grande incentivador das artes, fundou em 1948, em Jundia\u00ed, o \"Grupo Guarany de Com\u00e9dias\", promovendo apresenta\u00e7\u00f5es gratuitas ao p\u00fablico Jundiaiense. Faleceu em 1988 no \"Dia do Trabalho\".</span></p>\r\n</th></tr>\r\n</tbody>\r\n</table>", "author_name": "bruno", "version": "1.0", "author_url": "https://www.castro.pr.leg.br/author/bruno", "provider_name": "C\u00e2mara Municipal", "type": "rich"}